Araguaia: governo cria 0800 para informações de desaparecidos

O Ministério da Defesa colocou em funcionamento, nesta segunda-feira, uma linha telefônica gratuita para receber informações sobre os desaparecidos na Guerrilha do Araguaia. A criação do telefone 0800 605 5000 foi determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tendo em vista a importância de localizar corpos de militares e guerrilheiros que morreram no conflito, na década de 70.

O telefone funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, e todas as informações recebidas serão repassadas aos peritos que trabalham nas buscas de campo pelos restos mortais dos desaparecidos. Segundo informações do Ministério da Defesa, “a União cumpre uma decisão judicial, mas acima de tudo, busca atender aos familiares no desejo de realizar um enterro digno para os seus entes queridos”, segundo a nota divulgada nesta segunda-feira.

Guerilha do Araguaia
A Guerrilha do Araguaia foi um movimento do início da década de 1970, que surgiu para enfrentar a ditadura militar. Muitos guerrilheiros e militares foram mortos em combates na selva amazônica. Até hoje, dezenas de participantes do movimento estão desaparecidos. No ano passado, a juíza da 1ª Vara Federal do Distrito Federal, Solange Salgado, determinou que o governo federal reiniciasse as buscas na região.

Enviado por Fábio Floriano

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Um comentário sobre “Araguaia: governo cria 0800 para informações de desaparecidos

  1. DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA

    “As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
    têm direito inalienável à Verdade, Memória,
    História e Justiça!” Otoniel Ajala Dourado

    O MASSACRE DELETADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA

    SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ.

    No Ceará, para quem não sabe, no ano de 1937, o Exército juntamente com a Polícia Militar do Ceará, massacraram 1000 camponeses católicos da comunidade do SÍTIO CALDEIRÃO, e os enterraram em uma COVA COLETIVA no local conhecido por MATA DOS CAVALOS, na Serra do Cruzeiro, CHAPADA DO ARARIPE, município de Crato, e até hoje não querem informar a localização da cova para que os restos mortais das vítimas sejam enterradas com dignidade.

    A ONG SOS DIREITOS HUMANOS requereu na Justiça Federal no Ceará, que a União e o Estado do Ceará digam onde está a cova coletiva e liberem os documentos secretos da ação genocida, porém, a ação foi extinta sem julgamento de mérito a pedido do MPF, com isto a ONG recorreu ao TRF da 5ª Região em Recife/PE e denunciou o Brasil na OEA por crime de desaparecimento forçado de pessoas e genocídio.

    Paz e Solidariedade,

    Dr. Otoniel Ajala Dourado
    OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
    Presidente da SOS – DIREITOS HUMANOS
    Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
    Membro da CDAA da OAB/CE
    http://www.sosdireitoshumanos.org.br
    sosdireitoshumanos@ig.com.br
    http://twitter.com/REVISTASOSDH

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