“Que la amnesia nunca nos bese en la boca. Que nunca nos bese” (Bolaño)

Veja o comentário da escritora Andréa del Fuego, no programa Entrelinhas, sobre a trajetória de Roberto Bolaño, o escritor chileno que renovou a literatura latino-americana. Bolaño morreu em 2003, aos 50 anos, vítima de uma longa doença no fígado, mas deixou várias obras inéditas, que vêm sendo publicadas nos últimos anos e misturam de forma delirante elementos do romance policial e da alegoria política.

Leia também o Dicionário Bolaño, traduzido por Joca Terron.

Postado por D.Ventura (IRI/USP)

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